Todo o cenário do livro, explicando as viagens de Amara, no comboio, que mói e arrasta os pensamentos, são quase cinematográficas, tornando o livro num quase filme feito em casa.
Envolvendo a tarefa primária de Amara em redigir artigos para o seu jornal, leva consigo um conjunto de cartas, de um tempo já avançado, do seu amigo e amado Emanuele.
Há assim, num livro que retrata esse tempo amargo, uma história de infância perdida, uma história de amor, uma ilusão que pretende agarrar e iludi-la a si mesma.
Numa jornada sem tempo de olhar para trás, o leitor acompanha Amara nessa procura em que, pelo caminho, pode ir perdendo de tudo um pouco, mas a esperança de uma resposta, essa, mantém-se firme ao longo de toda a viagem.
Recomendo.
Boas leituras.
Ao som de: Lucia "Silence"
2 comentários:
Boa tarde
Ainda tem o livro "Comboio para Budapeste", e teria interesse em o vender?
Atentamente
Carlos Lopes
Olá!
Obrigada pela sua mensagem.
Não estou interessada em vender, desculpe.
Boas leituras!
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