segunda-feira, 14 de abril de 2014

Darling Jim (Christian Mork)

 
«Darling Jim» é um género de livro pouco habitual nas minhas estantes. No entanto, é sempre bom essa aventura por novos géneros, autores e histórias diferentes. 
Se é um policial, que é mas não só, marca a diferença no sentido de se desenvolver através dos diários das irmãs desaparecidas num nevoeiro de imenso mistério. Um mistério motivado por um amor sem precedentes.
Encontramos as personagens padrão de um policial bem concebido: as vítimas, o vilão e o entusiasta na procura de respostas (o herói?) ao mistério que surge e muda a vida de uma comunidade. Um carteiro disposto a tudo pela procura da verdade.
Penso que neste «Darling Jim» o facto da narrativa estar dividida pelos diários das vítimas, bem como a caracterização tão especial de Jim, dão uma singularidade ao livro. Sem esquecer, claro está, as lendas nórdicas que acompanham o leitor ao longo de toda esta aventura, por vezes, enigmática e um tanto surreal.
Como em qualquer policial, reina por aqui aquela vontade de chegar ao fim e tentar perceber como acaba num jogo de quem fez o quê, quando, como e ... porquê?
 
 
 
 
 
Boas leituras!
 
 
www.wook.pt: Darling Jim reúne thriller psicológico, suspense romântico, terror, lendas e contos de fadas. Tudo começa com o aparecimento dos cadáveres de duas irmãs e da tia de ambas, assassinadas numa casa de Malahide. O mistério que envolve a sinistra descoberta parece insolúvel, mas quando Niall, um jovem carteiro, descobre o diário de uma das irmãs e decide fazer uma investigação por conta própria, a verdade começa a vir à luz do dia. Uma história de amor trágica e um bardo dos tempos modernos parecem ter estado na origem dos crimes. Um romance que nos fala dos perigos de nos apaixonarmos pela pessoa errada.

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