sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Os eternos


Gosto tanto do Principezinho que é raro o ano em que não lhe volte a pegar. Como se costuma dizer, é fatídico como o destino.
Apesar de intitulada como obra infantil, este livro é muito mais do que isso. Já falei dele no blogue há uns bons anos e não é minha intenção dissertar mais uma vez.
Apesar disso,  hoje sinto-me na tentação de destacar, novamente, o quanto este livro é bonito: a história de um pequeno menino, de cabelos de ouro, perdido entre planetas, que decide procurar mais coisas, esbarrando com um Rei, um Vaidoso, um Bêbado, um Homem de Negócios, um Acendedor e um Geógrafo para, no fim, chegar à conclusão que nenhum deles nada lhe tem a oferecer:
 
"Assim, pela vida fora, encontrei muitas pessoas importantes. Vivi muito tempo entre pessoas crescidas. Vi-as de muito perto. Mas isso não melhorou muito a opinião que tinha delas."

Porque o mais importante não se vê, acredita ele.
A simplicidade da vida está, tão somente, em fazer das pequenas coisas, os nossos maiores tesouros.
Dessas pequenas coisas pode constar, com toda a certeza, beber um simples café com o melhor amigo. Comer um bolo de chocolate. Receber um beijo. 
Cativar uma raposa. Cuidar de uma rosa.

Basta. É essencial.
E o essencial é invisível aos olhos.

2 comentários:

Isabel disse...

Também volto a este livro muitas vezes!
É uma maravilha!

Bom fim-de-semana:)

Denise disse...

Lindo e obrigatório!

Beijinhos Isabel, bom fim-de-semana :)