terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Há Penguin no Correio!

 

Chegamos a casa e somos surpreendidos com estes meninos.
Gosto de todos.
E já li um ontem à noite.
 
Passo em breve para vos falar dele.
 
 
Bem Haja Penguin Random House
         💕
 
         

4 comentários:

Beatriz disse...

Hygge... no ano passado quando fui a Londres tudo era hygge.
Pijamas, meias, chá, comida, velas, lençóis, mantas. Milhentas tretas.
É preciso que se escrevam livros a explicar que devemos apreciar as pequenas coisas da vida?! Devo ser um génio porque nunca precisei que me dissessem que devia gostar do cheiro a torradas ou de ver o dia nascer ou ainda de barrar com manteiga açoriana um pãozinho alentejano ainda quente ou abraçar os pescoços grandes dos meus cães ;)
Em Portugal há 2 editoras (que eu saiba) a publicar sobre o tema.
(Percebo que não publiques o meu comentário, o livro foi-te oferecido para divulgação e aqui estou eu a rotulá-lo de banha da cobra.)
Beijinhos.

Denise disse...

Por vezes, não é não se saber ser feliz com as pequenas coisas. É uma questão de sensibilização para. Há todo um conjunto de condicionantes que nem sempre te permitem ver as coisas da mesma maneira do que os outros.
Nem todos podem ser génios ;)hihihihi

Um beijinho Beatriz e muito... hygge (não resisti!)

Anónimo disse...

Li um artigo na Visão sobre isso.
Os dinamarqueses são, há anos, considerados um dos povos mais felizes, certo? Todos sabemos e até ficamos surpreendidos, pois têm poucas horas de sol no inverno, etc., etc. E agora vem o Hygge. O que é isto afinal? Parece que há uma série de pessoas a aproveitar-se da felicidade dos dinamarqueses, mas sobretudo da infelicidade de todos os outros e que vê aqui um mercado.
Querem empacotar das mais variadas formas a felicidade e comercializá-la, procuraram um conceito para a felicidade dinamarquesa e agora há livros com teorias de tudo e mais alguma coisa.
Ao que parece, para sermos felizes temos de usar todos os sentidos, escutar o silêncio ou o barulho da chuva, sentir o calor de uma lareira, beber um chá quentinho, comer bolo com cobertura… É só a mim que isto dá vontade de rir? Pergunto eu, serão os dinamarqueses os únicos a fazer estas coisas? É que eu gosto muito de estar no quentinho, a ver um bom filme e se este vier acompanhado de uma chávena de chá e uma fatia de bolo caseiro, tanto melhor.
O mais incrível do artigo que a Visão publica é que logo nas primeiras linhas está a verdadeira chave do segredo dinamarquês: “Têm bons salários, saúde e educação públicas, baixo nível de corrupção, igualdade entre homens e mulheres, (…).” Querem mais? Aqui reside o verdadeiro Santo Gral, a Dinamarca é um país equilibrado, sem desigualdades, sem corrupção e onde as instituições públicas funcionam, o resto são teorias que os oportunistas estão agora a começar a descobrir. Já eu, tenho cá para mim, que a juntar ao paraíso político e económico em que vivem os dinamarqueses se lhes dessem umas das belas praias algarvias, eles não eram felizes, eram super guerreiros da felicidade.
Dar dinheiro a intrujas? Eu não.

Denise disse...

Olá Anónimo,

Precisamente. Que bom podermos ter a oportunidade de pensar e escolher por nós próprios :)

Cps