segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cemitério de Pianos (José Luís Peixoto)

Dor. Saudade. Segredo. Amor. Rasgo. Tristeza. Sofá. Alma. Piano. Caminho. Estrago. Lágrima. Perda. Corrida. Pé. Tu. Eu. Ele. Ela. Tu. Outra. Tapete. Conserto. Remediado. Triste. Acidente. Casa. Desespero. Roda. Nascimento. Fusão. Música. Paixão. Escondido. Escondida. Coração. Lábios. Dança. Garagem. Lugar. Abraço. Remorso. Relógio. Escada. Irmão.Telefone. Retrato. Palavras. Família. Eternidade.

Um livro que destroça. Um livro brilhante.



Sobre o livro:
Os narradores – pai e filho –, em tempos diferentes, que se sobrepõem por vezes, desvendam a história da família. Falam de morte, não para indicar o fim, mas a renovação, o elo entre as gerações e a continuação: o pai – relação entre dois Franciscos, iguais no nome e no destino, por um gerado, do outro genitor – nasce no dia da morte desse primeiro Lázaro; o filho, neto do seu homónimo, morre no dia em que a sua mulher dá à luz.
A obra retrata uma família de Benfica (Lisboa) e, aborda a morte como não apenas o fim, mas também a continuidade através da herança deixada em vida. A morte como destino irremediável da vida e nova vida após a morte. Um ciclo que se repete ininterruptamente.
Relata tanto o lado negro como luminoso das ligações entre familiares cujas algumas das vivências mais importantes se sucedem num espaço de uma oficina chamado de cemitério de pianos que alberga pianos "mortos" cujas peças vão dar vida a novos pianos. (www.wikipédia.org)

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