segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Gabriela, Cravo e Canela (Jorge Amado)


É bom imaginar e perceber a magia que determinadas personagens podem semear na vida das pessoas e, sem dúvida, Gabriela, a mulher com cheiro de cravo e cor de canela, é uma dessas personagens intemporais de Jorge Amado.
Adaptada para telenovela, em 1977, gerou-se uma quase (nova) revolução em torno de Gabriela, mulher da natureza, mulher de todos e de ninguém, mulher livre, que gosta de deitar, porque sim, que gosta de homem, porque sim, mas amar... só seu Nacib. Homem bom, moço bonito.
Um espírito livre. Uma mulher por muitos difícil de entender, exactamente por isso, por ser de todos, e não ser de ninguém.
"Não é flor de jarro", dizia João Fulgêncio.
Gabriela é ... simplicidade. Nasceu assim, cresceu assim, e será... sempre assim.
 
É impossível não amar esta mulher!
 
 
Por muitas adaptações que façam, nada se compara à leitura deste livro que envolve, que abraça e que não permite esquecer.
 
 
Ao som de: Gal Costa "Modinha para Gabriela"
"Eu sou sempre igual, não desejo o mal, amo o natural, etc e tal" ;)
 

4 comentários:

Manuel Poppe disse...

E é isso. Um abraço grande.

Denise disse...

Obrigada pelo comentário. :)

Leitora disse...

Olá Denise
Sabes que estive com este livro em mãos para o levar para casa mas coloquei-o logo no sítio, por dois motivos:
- um dos meus desafios é não adquirir livros este ano;
- depois achei que estava muito caro, e a novela ia passar na SIC.
Beijinhos;)

Denise disse...

Leitora, obrigada pelos comentários :)
Quando tiveres possibilidade, lê o livro... vais ver que vale a pena. A novela sofre muitas adaptações, e acredito que concordes comigo: nada se compara à leitura do livro! :) Beijinho! *