domingo, 27 de dezembro de 2015

Os Memoráveis de 2015

Mais um ano que finda e como tradição que já se firma, é hora de inspecionar as estantes e selecionar os vencedores do ano:
 
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Foi um ano feliz em leituras.
Conheci Richard Yates e muito entusiasmada guardo ainda dois livros do autor para o ano que se aproxima. Uma das maiores surpresas.
Foi também a vez de conhecer o magnífico João Tordo.
Enamorei-me com Javier Marías.
Assustei-me com o William Peter Blatty.
Boris Vian arrancou-me elogios rasgados.
Updike fez-me correr atrás da vida do inesquecível Coelho.
E Thomas Mann deixou-me sem ar enquanto subia a sua «Montanha Mágica»: o livro mais memorável de todos.
 
Boas leituras!

8 comentários:

redonda disse...

Ainda não fiz o balança dos livros que li este ano, mas creio que terá sido o ano em que mais livros comecei sem depois os terminar...
Venha o próximo com muitas leituras :)
um beijinho
Gábi

Denise disse...

Espero que o próximo ano seja de mais e mais leituras resolutas! :)
Beijinho Gábi!

Su disse...

Olá, Denise,
Parece ter sido um ano em cheio :D felizmente, também acho que consegui encontrar boas leituras em 2015.
Bom ano novo!

beijinho

Denise disse...

Olá Su!
Foi um ano em cheio sim! Foram muito poucos os livros que me desiludiram em 2015. Só me lembro mesmo de John Le Carré ;)

Bom Ano Novo e muitas leituras!

Anónimo disse...

Sessenta e três livros é obra, parabéns!
Consegui este ano ler vinte e seis, cinco dos quais verdadeiros tijolos de que a minha coluna ainda se ressente.
Bom 2016 e boas leituras.
Sugestão de um autor que não sei se conhece porque só agora "encontrei" o seu blog: W.G.Sebald

Denise disse...

Olá! :)
Obrigada! Foi um ano muito feliz na literatura.
De W.G. Sebald já estive para comprar "O Caminhante Solitário" mas na altura, não sei o motivo, acabei p/ não o fazer. Vou apostar no próximo ano. Obrigada pela sugestão.
Que "tijolos" foram esses? Tem blogue?

Boas leituras e obrigada pela visita

Anónimo disse...

Olá. Não tenho blogue - parabéns pelo seu, já agora - e entendo-me até menos bem com estas tecnologias como comprova o meu comentário anónimo: as minhas desculpas. Acompanho alguns mas gosto mesmo é do papel, de sentir a sua textura, o cheiro, etc.
Entre os calhamaços, li o hilariante "O tambor de lata" de Gunter Grassoooks", "Os Buddenbrook" de Thomas Man, o famoso "O homem sem qualidades I" de Robert Musil que, confesso, não me deu aquele clik, e ainda "O Quarteto de Alexandria" de Lawrence Durrel. Note, no entanto, que discordo de João Ubaldo Ribeiro que dizia (cito de cor) "livro que não fica em pé sozinho, não é livro", embora me tenha deliciado com o seu "Viva o povo brasileiro".
Cumprimentos e boas leituras
Luís Coelho

Denise disse...

Olá Luís :)
Obrigada pelo seu comentário.
Pois concordo. Não há nada que se compare ao livro físico.
O blogue, para mim, resulta como o culminar da leitura e uma forma de perpetuar leituras que tiveram grande significado para mim.
Gostei imensos dessas leituras, as suas. Sobretudo "O Quarteto de Alexandria", que me persegue sempre que vou às livrarias...

Boas leituras!