domingo, 8 de julho de 2012

A Idade da Inocência (Edith Wharton)

Por muito que pense em arranjar palavras bonitas para descrever este livro, apenas consigo dizer, pensar ou senti-lo como a mais linda declaração de amor. Patético? Talvez. Verdade? Absolutamente.
Uma declaração de amor surda, apenas feita por olhares cheios. Um olhar resignado pela opressão social daquela época.
Mesmo assim..., poderá um amor ser mais verdadeiro, mais puro, e mais real, quando nada toca, quando nada pede, quando nada diz, e quando somente o olhar é livre de se poder expressar?
Dramático? Talvez. Sentido? Absolutamente.



Ao som de: Imogen Heap "Missing You"




2 comentários:

chuva disse...

Meu Deus, o teu comentário a este livro arrebatou-me.
"(...) poderá um amor ser mais verdadeiro, mais puro, e mais real, quando nada toca, quando nada pede, quando nada diz, e quando somente o olhar é livre de se poder expressar?(...)Absolutamente."
A profundidade que um olhar revela..., o tesouro que guarda..., os sinais que desperta. Que arrebatador. Esse tens que me emprestar. Mesmo.
(e não estou ausente...apenas te preparo uma surpresa ;) só que estas surpresas demoram, levam o seu tempo. E tempo tb é uma coisa que " nao me assiste" muito ;P) um beijinho** (e...procura a serenidade dentro de ti. Ela está lá.)

Denise disse...

É claro que empresto, meu cãozinho :) eheh * Adoro-te, e as saudades que te tenho são maiores que o meu próprio ser * Bjs *