terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pastagens do Céu (John Steinbeck)

 
A única coisa que me apetece dizer neste momento é John Steinbeck é o meu escritor preferido. Ah pois. Eu consigo escolher.
John Steinbeck é o meu escritor preferido.
Quando disse a um Professor que queria ser escritor, este disse-lhe que o seria quando os porcos conseguissem voar. Ei-lo, para mim, o melhor dos melhores.
 
Não acreditem em tudo o que vos dizem.
 
 
 
O Outono chegou. A estação mais linda do ano chegou.
Com ela chegou o início da minha felicidade.
 
Como sempre, às pessoas com espírito.
Hoje estas palavras são inteiramente para ti.
Estejas onde estiveres, eu sei que estás a partilhar tudo comigo.
 
 
 
www.wook.pt: Ao longo de doze histórias interligadas, tendo por cenário um vale fértil da Califórnia, John Steinbeck retrata, de forma deslumbrante, os fracassos e as fragilidades, os sonhos e as ilusões, que por vezes destroem insidiosamente as promessas das «pastagens do céu». Através da descrição de acontecimentos aparentemente irrelevantes que tantas vezes transformam de forma decisiva as vidas das pessoas, Steinbeck lança muitos dos temas que virão a marcar as grandes obras da sua maturidade. Cada uma destas histórias está ligada às restantes pela presença, em todas elas, dos Munroe, uma família cujo comportamento disfuncional e cuja falta de sensibilidade provocam, não raras vez, desastres e até mesmo tragédias. Pastagens do Céu é a crónica dramática de uma decadência, na qual, por culpa de alguns, vão pouco a pouco perecendo a harmonia e as esperanças que durante muito tempo estruturaram a vida de toda uma comunidade.

 

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